Arvores Nativas

Mudas Nativas

O viveiro de Mudas Floresta tem como objetivo principal atender a reposição florestal, respeitando espécies de arvores nativas adequadas a necessidade de consumo para cada área. A escolha de um sistema com árvores para sombra está ligada à necessidade de diversificar a produção, abastecimento de madeira, lenha, frutas além dos benefícios ecológicos destes sistemas.

As mudas nativas que produzimos em nosso viveiro muitas são dirigidas para área florestal de madeiras e indústrias, florestamentos e reflorestamentos, recuperação de áreas degradadas como, mata ciliar e áreas mineradas, arborização urbana e de rodovias, como também à venda direta para os consumidores.

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Mudas Nativas - Arvores Nativas e Mudas Frutiferas


O viveiro de mudas Floresta vem produzindo mudas destinadas ao reflorestamento de áreas degradadas, mata ciliar e áreas de reserva legal, arborização urbana e rodovias e também à venda direta aos consumidores.

Nosso viveiro conta também com escolha certa do tipo de recipiente a ser utilizado no plantio das mudas, pois o mesmo dará as mudas mais durabilidade, crescimento e sobrevivência tanto no viveiro como no campo.

As mudas recebem nutrientes necessários dando a cada espécie suas características necessárias.

Trabalhamos com cerca de 50 espécies de mudas nativas e 30 espécies de mudas frutíferas, nossas mudas variam de 0.20cm até 2.00mts. Além de mudas no tubete.


Árvores nativas - uma riqueza gratuita (05/12/2005)
Ações do documento
Maria do Socorro Bona Nascimento*
Francisco Araújo Machado*

Há vários anos, o grande estudioso do Nordeste, Guimarães Duque, recomendava o uso de árvores Nativas para a Região, como forma de melhorar a condição de vida da população e dos rebanhos, de modo duradouro e em harmonia com as condições ambientais.
De fato, muitas arvores nativas possuem sistema radicular profundo, que lhes proporciona a aquisição de água e nutrientes para a sobrevivência e produção, em épocas e locais onde outras plantas não têm condição de sobreviver. 

Outra vantagem associada ao sistema radicular das arvores nativas é a transferência dos nutrientes que estão na camada mais profunda do solo para a sua parte mais superficial, onde se tornam disponíveis às plantas de sistema radicular menos profundo.
As folhas caídas, além de constituírem matéria orgânica para enriquecer o solo, protege-no contra o vento, o impacto das gotas de chuvas e o excessivo aquecimento pelo sol, reduzindo as perdas de água por evaporação. 

Na região Meio-Norte várias arvores nativas, além de cumprir o papel de melhoradoras do solo, têm também importância fundamental na alimentação dos rebanhos, principalmente na época seca. Várias delas derrubam suas folhas maduras, que são valiosas fontes de forragem, principalmente para caprinos e bovinos. Outras produzem vagens, como a faveira (Parkia platycephala Benth.), que é conhecida da grande maioria dos pecuaristas da região. Seus frutos (vagens) constituem uma dádiva nos meses B-R-O, quando a fome, a sede e o calor maltratam os rebanhos. 

Além de oferecer alimento e ser melhoradora do solo, a faveira que é arvore nativa ainda fornece a sombra acolhedora.
Duas outras espécies de arvores nativas importantes como produtoras de vagens são o bordão-de-velho (Samanea saman (Jack.) Merr.) e o pau-ferro (Caesalpinia ferrea Mart. ex Tul.), que ainda produzem folhas forrageiras e melhoradoras do solo. 

Em 2005 foi concluído um trabalho, envolvendo atividades de campo e de laboratório, realizado pela Embrapa Meio-Norte e a Universidade Federal Rural de Pernambuco, para avaliar o duplo propósito (forrageiras e melhoradoras de solo) dessas três espécies de planta, estudando-se dez indivíduos de cada uma delas.

A produção estimada de liteira (material caído ao solo, incluindo as vagens) foi de 3.235 kg/ha, 1.826 kg/ha e 3.546 kg/ha, para bordão-de-velho, faveira e pau-ferro, respectivamente.
Os teores de nitrogênio, fósforo e potássio encontrados nesse material, proveniente do bordão-de-velho, correspondem, em termos numéricos, à adição de 41, 26 e 291 kg/ha dos adubos superfosfato simples, cloreto de potássio e sulfato de amônio, respectivamente; na faveira, equivalem a 9, 10 e 103 kg/ha dos mesmos adubos e, nas plantas de pau-ferro, a 54, 33 e 240 kg/ha. 
Foi analisado também o valor nutritivo das vagens, em termos de proteína bruta, cálcio e fósforo, cujos porcentuais foram, respectivamente, de 14,85%, 0,18% e 0,11% nas vagens de bordão-de-velho; 9,33%, 0,22% e 0,11%, nas de faveira e, finalmente, 7,53%, 0,23% e 0,16% nas de pau-ferro. A produção média de vagens por planta de bordão-de-velho, faveira e pau-ferro foi de 34,46 kg, 25,45 kg e 9,57 kg, respectivamente, ao longo do ano. 
Os dados apresentados realçam a importância das árvores para a composição dos sistemas pecuários do Meio-Norte, como produtoras de forragem e melhoradoras das condições do solo. Além disso, não se pode esquecer o importante papel que elas desempenham ao fornecer abrigo aos animais. No entanto, sabe-se que a produção das plantas e o seu teor de nutrientes dependem de vários fatores, incluindo-se a fertilidade e a umidade do solo e a idade das plantas.
O presente estudo, que foi realizado em plantas crescendo no seu habitat natural, sem nenhuma interferência de manejo, reflete as condições dos locais e do ano de sua realização, não assegurando, portanto, que os dados aqui citados sejam irrestritamente obtidos. 


- * Maria do Socorro Bona é doutora em Manejo de Pastagem Nascimento e pesquisadora da Embrapa Meio-Norte (Teresina- PI) - sbona@cpamn.embrapa.br
-* Francisco Araújo Machado é mestre em zootecnia
Árvores nativas - uma riqueza gratuita (05/12/2005)

Fonte:http://www.embrapa.br/imprensa/artigos/2005/artigo.2005-12-05.7898292197/

Nosso Viveiro de Mudas Nativas Floresta , esta localizando em Tupã - São Paulo e alem de sermos especializado em mudas de arvores nativas temos grande quantidade de mudas de coqueiro anão e de mudas frutiferas .